Quando o corpo se separa da cabeça
Um se move automaticamente
Já conhece as ruas, as pedras, as curvas
O outro paira sobre o primeiro
Não sabe onde está nem pra onde vai
Não está ali
Flutua qual pluma leve em brisa de verão
Um espaço para as caraminholices que devemos escrever, a fim de tornar a vida mais fácil e mais doce (às vezes mais dura também - porque é preciso manter o pé no chão)
